segunda-feira, 12 de março de 2012

Rio e SP estão entre os cinco aluguéis mais caros das Américas para expatriados

As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo estão entre as cinco mais caras das Américas para um expatriado alugar um apartamento de três dormitórios, segundo revela pesquisa realizada pela consultoria de recursos humanos ECA International, que analisou o preço desse tipo de imóvel em 130 municípios ao redor do mundo.
Conforme o levantamento, a capital fluminense está na 4ª posição do continente, enquanto que São Paulo está na 5ª colocação. Nova York, nos Estados Unidos, é a mais cara das Américas e a 4ª mais cara do mundo.
No continente, entre as dez mais caras, aparecem ainda Caracas, na Venezuela, na segunda colocação e Bogotá, na Colômbia, em terceiro lugar. Abaixo, as dez cidades mais caras das Américas.
Aluguéis mais caros
CidadePosição nas AméricasPosição mundial
Nova York
Caracas
Bogotá
Rio de Janeiro12º
São Paulo17º
São Francisco CA22º
Buenos Aires24º
Greenwich CT31º
Nova Jersey33º
Vancouver10º34º
Ranking Mundial
Ainda segundo a consultoria, no ranking geral, a cidade com aluguel mais caro é Hong Kong, onde um apartamento com as características analisadas sai por uma média de US$ 11.813 ao mês. Em seguida estão Tóquio, Moscou, Nova York e Londres
Mundialmente, o estudo aponta que o preço do aluguel de um apartamento de três quartos em 2011 ficou em torno de US$ 3.080, subindo 4,5% em relação a 2010. Nas Américas, a alta para o período foi de cerca de 10%, com o aluguel deste tipo de imóvel saindo em torno de US$ 3.010 mensais.
No ranking mundial, Rio de Janeiro e São Paulo aparecem na 12ª e 17ª colocações, com os aluguéis saindo, respectivamente, por US$ 5.210 e US$ 4.547. O aumento de preços entre 2010 e 2011 ficou em quase 20%, no Rio em termos de moeda nacional, e em 30%, quando convertido em dólares norte-americanos.
A consultoria acredita que o aumento de preços na cidade foi influenciado pela realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. “A concessão dos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo de futebol tem gerado um interesse substancial na cidade (…) Muitos imóveis antigos estão sendo reformados e novas propriedades de luxo estão sendo construídas, resultando em proprietários confiantes e aumento de aluguéis”, afirma o gerente geral da ECA International em Nova York, Lauren Smith.
Em São Paulo, o aumento médio dos aluguéis foi de 17%, em moeda local, e de 27% em dólares norte-americanos.

Fonte - http://migre.me/8g4jI
Para maiores informações acesse - http://apartamentopraiagrande.com.br/

sábado, 10 de março de 2012

Apartamento em Praia Grande

Apartamento de 2 dormitórios em Praia Grande com diversão e conforto para sua família.
Confira as demais fotos no link abaixo e venha conhecer este encantador lugar, você vai se apaixonar.
http://apartamentopraiagrande.com.br/?page=4&Codigo=386600


PISCINA - Apartamentos em Praia Grande

BB e Caixa vão financiar população de baixa renda

A estratégia do governo para incentivar financiamentos nos bancos públicos vai além da redução dos juros. Está em estudo um plano para incluir no mercado de crédito uma faixa da população que tem dificuldade ou mesmo não tem acesso aos empréstimos: trabalhadores informais, autônomos e até beneficiários do Bolsa Família.
Para isso, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil querem transformar as lotéricas e agências dos Correios em canais de oferta de crédito com produtos para a baixa renda.
Fontes nos dois principais bancos públicos de varejo - Caixa e BB - afirmaram ao Estado as duas casas estudam há vários meses novos produtos de crédito para serem oferecidos nesses 15 mil pontos de atendimento.
São 9 mil lotéricas e mais 6 mil agências dos Correios no País. O plano é usar essa rede para aumentar o volume de empréstimos às famílias com menor renda e, assim,ajudara manter a economia aquecida, exatamente como quer o governo.
Para efeito de comparação do alcance dessa rede de atendimento, o Banco do Brasil - que tem a maior abrangência nacional - soma pouco mais de 5.200 agências.
Nos dois bancos públicos, há o entendimento de que o "crédito de lotérica" pode agregar ao mercado de consumo alguns milhões de pessoas que - por não terem rendimento formal ou renda muito baixa - não tiveram acesso às benesses do recente "boom" do crédito vivido pelo Brasil desde 2008.
"Poderia até ser como uma segunda fase do boom de crédito", diz uma fonte de um dos bancos públicos, que pede para não ser identificada. Porta de entrada. Entre os alvos do crédito de lotérica e dos Correios, estão clientes que estrearam há pouco nas contas correntes simplificadas ou mesmo quem ainda não tem nenhum relacionamento com bancos.
São brasileiros que vivem de bicos como os que fazem doces e salgados para vender, costuram, são camelôs, vendedores autônomos ou beneficiários de programas sociais. A intenção é criar produtos distintos que possam oferecer uma "porta de entrada" aos serviços bancários e, especialmente, ao crédito.
Entre os defensores do crédito de lotérica, há o entendimento de que, apesar da baixa renda desses clientes, a inclusão desse universo de brasileiros ao mercado tem potencial de provocar efeito relevante na demanda, já que muitos nunca tiveram acesso a uma linha de crédito em instituição financeira.
A concessão de empréstimo a esses clientes poderia incentivar a demanda no varejo e ainda reforçar pequenos negócios.Atualmente, a Caixa não opera empréstimos nas lotéricas. No Banco Postal, o Banco do Brasil oferece linhas de crédito aos clientes com conta simplificada.
A operação, porém, é muito semelhante à feita pelos clientes tradicionais e que possuem contanas agências. Procurados, Caixa e Banco do Brasil não comentaram o assunto.

Fonte - http://migre.me/8eO3f

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terça-feira, 6 de março de 2012

Casa em Praia Grande

Linda casa na Praia Grande com 180m² de área útil, piscina, churrasqueira, 3 dormitórios e muito bem iluminada e arejada.
Confira as demais fotos em nosso site acessando o link abaixo.
http://apartamentopraiagrande.com.br/?page=4&Codigo=43604



WC SUITE - Casas em Praia Grande

Vendas de imóveis usados crescem 19% em 2011


Valor médio das unidades residenciais vendidas foi de R$ 400 mil nos principais bairros do centro expandido de São Paulo, aponta a Lello; financiamento bancário aumentou novamente

O número de imóveis  residenciais usados comercializados na cidade de São Paulo cresceu19% em 2011, na comparação com o ano anterior. É o que aponta levantamento da Lello, empresa de administração imobiliária no Estado.
Segundo a administradora, o valor médio das unidades vendidas no ano passado foi de R$ 400 mil, contra R$ 350 mil em 2009 e 2010, nos principais bairros do chamado centro expandido de São Paulo.
Do total de negócios intermediados pela empresa em 2011, 45% foram por financiamento bancário, índice que superou 2010 e 2009, que registraram, respectivamente, 39% e 36% de vendas por crédito obtido junto aos bancos. Em 2005 apenas 15% dos imóveis usados eram vendidos por intermédio de financiamento bancário.
Os imóveis usados mais procurados para compra foram apartamentos de um e dois dormitórios com vaga na garagem, situados em condomínio com estrutura de lazer, segurança e boa localização, especialmente aqueles nas proximidades de estações de metrô.
“A tendência para este ano também é de crescimento nas vendas. A demanda está em alta e a expectativa é de ampliação do crédito imobiliário, o que manterá o mercado aquecido”, afirma Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis.
Fonte - http://migre.me/8c3hr
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Casa em Praia Grande

Ampla casa com 3 dormitórios bem iluminados e arejados, excelente localização, conforto e comodidade.
Confira no link abaixo as demais fotos deste lindo imóvel e venha fazer parte da família Nova Kennedy.

http://apartamentopraiagrande.com.br/index.php?page=4&Codigo=139901&transacao=0


00 FACHADA - Casas em Praia Grande

A nova onda na base do mercado imobiliário já começou


Diversos setores da economia brasileira mudaram muito nos últimos dez anos. Foram fusões, aquisições, novos concorrentes, preços mais baixos, preços mais altos… Enfim, setores que passaram transformações, por um mesmo motivo, fazem parte de uma aldeia global e existe uma organização econômica que se espalha pelo mundo e que aos poucos vai equalizando as relações de mercado.

No Brasil e no mercado imobiliário não será diferente. Surgiram as empresas de capital aberto, fusões e aquisições com empresas internacionais no setor de construção e incorporação. Soma-se a isto a chegada das grandes redes de franquias imobiliárias.

Esta última categoria traz, em minha opinião, uma mudança importante na base da pirâmide desse setor. Um exército de profissionais e empresários imobiliários está entrando em uma nova onda: a das redes imobiliárias. Por que eu digo que essa é uma nova onda? Principalmente porque traz em si, além do trabalho compartilhado, VALORES, além de um CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA que vai realmente profissionalizar o mercado imobiliário brasileiro e nos fazer chegar aos NÚMEROS que podemos. Por incrível que pareça e apesar do mercado imobiliário brasileiro parecer enorme, você ficaria surpreso em saber que grande parte dele é puro potencial, mas que necessita de um agente transformador na base, onde estão as empresas imobiliárias e corretores formais (e informais) que existem em nosso país.

O negócio imobiliário na base da pirâmide, foi e é assim em todo o mundo, nasce com as mesmas características. São empresas familiares de baixo custo e ótima rentabilidade que normalmente levam o nome do empresário como marca por conta da sua boa penetração política e geográfica na região onde atua; e assim, a tradição, o conhecimento e a influência acabam determinando o sucesso da empresa.

Muito bem, o segundo momento na evolução desse mercado é o compartilhamento, onde os empresários percebem que o seu poder de influência diminui na medida em que existem outras empresas com tradição e conhecimento disputando mercado na mesma região. Então, eles se unem muitas vezes de maneira informal, em outras, criando redes bem estruturadas, mas sempre com um objetivo: manter o poder de influência e proteção de seu mercado para evitar novos entrantes. É comum vermos redes imobiliárias que simplesmente param de crescer porque se sentem donas de uma região geográfica.

Mas uma nova onda começou no Brasil, num primeiro momento de forma tímida, mas vai fazer com que muitas empresas, simplesmente avancem da fase um para a fase três, quatro ou cinco. Isso porque a realidade do mercado imobiliário com o crescimento econômico somado à velocidade de informação e tecnologia permite isso. Novos entrantes, novos empresários estão se estruturando para trabalhar de forma mais equalizada com o resto do mundo. Quando digo resto do mundo, estou falando de mercados imobiliários mais desenvolvidos como o americano e o de alguns países europeus.

Nessa nova onda, as redes e o compartilhamento de informação estabelecem o poder de influência e penetração geográfica, a marca unificada dá a musculatura para um iniciante que muitas vezes empresas com anos de mercado não conseguem ter. Isso tudo é muito rápido! Essa transformação vai ocorrer muito mais cedo do que alguns imaginam, porque ela não depende de um modelo que indique um caminho, ela é o próprio caminho e assim não depende que alguém mostre como fazer, ela é feita a todo tempo, em todo lugar, na mesma velocidade em que o mercado imobiliário cresce.

Pode tomar nota: redes imobiliárias, marcas unificadas e maior valorização financeira do corretor no processo são os primeiros passos para quem quiser surfar essa nova onda.



Fonte - http://migre.me/8aYVI

Para maiores informações acesse - http://apartamentopraiagrande.com.br/